O Sindicato dos Guardas Civis Municipais do Estado da Bahia,
Sindguardas-BA, através do Presidente Pedro de Oliveira, Vice, Paulo Sergio
Farias de Jequié, e o diretor, Delmo Souza de Camacã, estiveram na prefeitura
de Jaguaquara na última Sexta feira, 30, protocolando o pedido do Adicional de
Risco para os Guardas Municipais. O Chefe de Gabinete, do Prefeito Giuliano
Martinelli (PP), foi muito prestativo se comprometendo em encaminhar para o
secretário responsável da pasta para ser analisado e implantadas as medidas.
Segundo o Sindicato da categoria, esse documento apresenta e
relata graves problemas enfrentados pelos Guardas Municipais, e espera
imediatas providências da prefeitura com relação aos problemas enfrentados
pelos profissionais da Segurança Pública.
Para a elaboração do documento, representantes do sindicato
tem percorrido várias cidades e visto de perto as condições de trabalho dos
servidores. No documento, existem várias denúncias sobre a situação em que
estão os postos de trabalho, com condições precárias de trabalho. Segundo o
documento, servidores têm desempenhado funções que não correspondem às quais
foram concursados e descreve ainda a morte de vários Guardas Municipais mortos
em seu próprio local de serviço na Bahia este ano.
Outro trecho do documento traz uma reivindicação importante é
que “alguns Postos de Serviço necessitam com urgência de manutenção mínima para
manter de forma razoável o serviço do Guarda Plantonista, uma vez que a exemplo
de Postos, que há constante cheiro forte de esgoto, falta de banheiros, há
unidades com falta de bebedouros. O sindicato ressalta que o documento destaca
a importância do tratamento humano, pois dentro da Secretaria alguns casos
estão sendo caracterizados como assédio moral, previsto na legislação,
incorrendo em risco de ser formalizada denúncia por parte do Sindguardas-BA,
junto ao Ministério Público do Trabalho, com consequências jurídicas previstas
em Lei. “Nós somos os únicos representantes dos Guardas Civis Municipais,
orientamos durante as nossas visitas e explicamos que eles devem denunciar
problemas”, relatou pedro de Oliveira.
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